Gerenciamento de Riscos: Investimento Essencial para sua Transportadora

sexta-feira, fevereiro 2021

Saiba mais porque é importante investir em um gerenciamento de riscos

Geralmente quem atua no transporte de cargas já deve ter escutado bastante a seguinte frase “você já possui gerenciamento de risco?”.

Primeiramente, vamos entender do que se trata o gerenciamento de riscos.

Também conhecido como gestão de risco, adota-se essa estratégia para identificar, analisar, avaliar, administrar e controlar os riscos existentes numa organização, departamento ou em alguma atividade. Ou seja, é uma maneira de preparar-se e também de se antecipar quando houver possíveis adversidades, como resultado estará prevenido e saberá exatamente como agir.

Desse modo, entende-se que o gerenciamento de riscos para uma transportadora possibilitará conduzir de maneira assertiva quando algum imprevisto acontecer, como por exemplo, roubos ou perdas de cargas.

Posto isso, a seguir entenderemos melhor como o gerenciamento de risco funciona e porque as transportadoras devem investir nessa estratégia.

Gestão de risco no transporte

Geralmente as frotas das transportadoras possuem algumas limitações e dificuldades, além disso, sofrem com adversidades como roubos de cargas, rodovias esburacadas, custos com manutenção e combustível, dentre outros.

Por isso, que se torna viável ter uma gestão de riscos relacionada às frotas da transportadora, visando minimizar potenciais riscos e problemas na execução de entrega das cargas.

Para isso, é necessário construir diversas ações e estratégias que possam direcionar, monitorar, controlar e prevenir cada risco existente aos transportes. Além do mais, o gerenciamento também se aplica na área de distribuição e da armazenagem de cargas e produtos.

Os maiores risco no transporte de carga

Não há como prever exatamente quais são os maiores riscos no transporte de cargas, já que todas as etapas são consideradas importantes e a probabilidade de ocorrer adversidades é eminente. Devido a isso, deve-se ter muito cuidado em todo trajeto durante o transporte, desde a saída do remetente até a chegada no destinatário.

Contudo, existem alguns casos mais recorrentes, como por exemplo, acidentes, principalmente por conta da má conservação das estradas; roubos de cargas, extravios ou perdas; imprudência ou negligência do motorista; atrasos de entrega; multas e apreensões; entre outros.

Todos esses exemplos mencionados devem ter na gestão uma ação voltada para que sejam minimizados os problemas, e consequetemente para que haja menos perdas possíveis.

Gerenciamento de risco na prática

Antes de qualquer coisa, para pôr em prática essa gestão, primeiro é de fundamental planejar e mapear os riscos, como por exemplo, os que foram citados anteriormente.

Assim sendo, como já estão identificados os riscos, agora se deve analisar e levantar possíveis soluções e recursos que sejam capazes de minimizá-los. Realize um planejamento de rotas, pois assim poderá verificar, por exemplo, qual caminho é mais longo, mais rápido e o mais perigoso. Isso porque, caso não seja possível seguir uma rota, já contará com alternativas.

Utilize da tecnologia para realizar o rastreamento de cargas. Já existem softwares de gestão que fazem esse tipo de atividades, com inúmeros recursos, como o monitoramento da carga com informações em tempo real. Ou seja, é possível receber o status da mercadoria durante todo seu trajeto.

Assim também, se tratando de tecnologia utiliza-se desta ferramenta para outras situações como para controlar cargas e fretes. Existem ainda outros softwares, os quais controlam integralmente a carga, a coleta de entrega e a transferência de estabelecimentos. Por essa razão, facilita o controle de possíveis desencontros e extravios.

Há softwares para outras finalidades que auxiliam na otimização de cada etapa na distribuição, armazenagem e entrega de mercadorias. Os quais visam controlar o negócio, aumentar a qualidade dos serviços e além de reduzir os custos.

Sendo assim, esses softwares são utilizados para verificação do consumo de combustível, manutenção de trocas de peças e com qual frequência ocorre, os números relacionados às avarias e acidentes, os índices de multas e quais são os gastos médios de cada veículo e cada motorista.

Portanto, o gerenciamento de risco não é apenas importante, mas entende-se como essencial e por isso é algo que toda transportadora deve investir. E é como diz aquele ditado popular “mas vale prevenir do que remediar.” 

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