Logística do futuro: Google, Amazon, Uber, Tesla, Apple e Netflix. Lições que as transportadoras podem aprender com as gigantes

segunda-feira, fevereiro 2020

A estratégia é investir em tecnologia e não abrir mão da transparência e comprometimento!

Logística do futuro: Google, Amazon, Uber, Tesla, Apple e Netflix. O que podemos aprender com as gigantes

O mundo virtual trouxe um aumento exponencial do número de compras e movimentação de mercadorias. Nunca se vendeu tanto pela internet, ambiente que formou clientes exigentes, bem informados e atentos. No cenário digital as empresas são expostas e os comentários podem elevar uma marca ao olimpo ou condená-la a irrelevância.

Empresas de visão perceberam que no ambiente virtual transparência e compromisso são fundamentais para desbravar com louvor a batalha de se destacar de uma infinidade de outras marcas. Foi nesse ambiente que nasceu a Loggup, especializada em transformação digital na logística.

O segundo passo dessa saga, depois de conquistar o cliente, é entregar com eficiência e no prazo, a expectativa depositada naquela compra. Talvez a etapa mais difícil do processo, a logística de excelência tem conquistado seu espaço e fazendo de marcas verdadeiros cases quando se trata de cumprir o que promete.

Listamos abaixo algumas dessas empresas e tentamos destacar a lição que cada uma delas nos traz:

Amazon – Entrega expressa, por meios alternativos e análise contínua de dados

Difícil começar a listar empresas que se destacaram e colocaram a logística do futuro no agora, com implemento de tecnologias e inovações revolucionárias, sem falar da Amazon.

A empresa, fundada nos Estados Unidos nos anos 90, é um dos e-commerces mais bem-sucedidos do mundo e uma inspiração quando se trata de investimento em inovação logística. A marca é conhecida pela vasta lista de produtos que oferece no site e pelo milhares de acessos que contabiliza. E, para dar conta do grande volume de pedidos e clientes, apresentou um avanço estrondoso quando seu fundador, Jeff Bezos, percebeu antes de todos, que era indispensável promover altos investimentos em logística.

A empresa passou então a operar em modalidades diferentes de remessas, como entregas expressas feitas no mesmo dia, adoção de meios alternativos como drones, bicicletas e táxis, bem como a criação de uma frota própria.

O foco da Amazon está na redução do prazo de entrega e do uso otimizado da análise de dados, pois sabe que assim é possível compreender e antecipar as demandas dos clientes. Esse é o método para se manter pioneiro numa atividade de evolução fantástica.

Uber – De corpo e alma na logística

A Uber, empresa fundada em 2009 e que revolucionou o serviço de transporte de passageiros no mundo ao permitir que usuários de smartphones pudessem solicitar caronas pagas a motoristas espalhados pela cidade, entrou de vez no mundo da logística desde o anúncio oficial de sua nova plataforma, o UberRUSH, que se junta a outros serviços espalhados pelo mundo, como o UberPET, UberPOP, UberBIKE, UberPOOL, UberChopper e UberEATS. Todavia, o UberRUSH é o que mais pode impactar o mercado de logística.

como o UberRUSH.

É um serviço de entrega de encomendas no mesmo dia que comerciantes locais podem integrar à sua plataforma de e-commerce. Após um cliente solicitar uma entrega no mesmo dia, o comerciante entra no seu aplicativo do UberRUSH, preenche as informações da entrega e dentro de alguns minutos um entregador irá chegar para buscar o pacote e levá-lo até o cliente. O serviço possui rastreamento em tempo real, o que permite que tanto o vendedor quanto o cliente podem acompanhar o percurso do entregador. No momento, o serviço está disponível apenas nas cidades norte-americanas de Nova York, São Francisco e Chicago e o valor é pago por corrida, não custando nada ao comerciante à inscrição no programa. O frete muda conforme a localidade, variando de 5 à 6 dólares entregas no raio de 1 milha (equivalente a 1,6 km) e 2,5 à 3 dólares a milha extra. O entregador recebe cerca de 80% deste valor e a Uber fica com o restante. Ao comerciante, cabe à decisão de repassar o custo ao consumidor ou ele mesmo absorver o valor. As entregas são feitas a pé, por meio de bicicletas ou carros, e passageiros do serviço tradicional e encomendas do UberRUSH não andam juntos.

No novo negócio, a disputa será não só com concorrentes com modelos de negócio parecidos, mas também com empresas que entregam encomendas globalmente, como FedEX, UPS, TNT e DHL, e que possuem uma infraestrutura muito maior e cada vez mais voltam seus olhos para o mercado de entregas expressas.

Google – Serviço de entrega por drones já é uma realidade

 A Wing, empresa de delivery por drones do Google, lançou no ano passado o primeiro serviço de entregas comerciais por drone em Camberra, na Austrália, após ter recebido aprovação da autoridade de aviação do país. Graças à parceria com pequenos negócios locais, como cafés e farmácias, por exemplo, é possível realizar o envio de produtos em questão de minutos. A empresa já planeja expansão nos próximos meses e comemora a entrega de alimentos, pequenos utensílios domésticos e produtos químicos de consumo mais de 3 mil vezes para as residências australianas nas comunidades de Fernleigh Park, Royalla e Bonython disse a companhia em um anúncio no blog oficial.

Estimativas do Google indicam que esse tipo de entrega pode gerar entre US$ 21 milhões e US$ 28 milhões para os negócios da região e que até 2030 os drones podem ser responsáveis por 25% dos envios de mercadoria locais.  
A efetivação do serviço é uma vitória da Wing frente à concorrência da Amazon, que apesar dos testes de entregas com drone, ainda não lançou um serviço comercial de delivery com essa tecnologia.

Tesla – Caminhão elétrico, uma aposta no barateamento do transporte de cargas

A Tesla apresentou no ano passado o caminhão elétrico Semi. Com visual futurista, o modelo contraria o senso-comum de que ainda não é viável produzir caminhões zero emissões para percorrer longas distâncias. A promessa era que a produção se desse ainda em 2019.

Elon Musk, CEO da Tesla, enumerou como trunfos do veículo o custo 20% menor de operação na comparação com os caminhões a diesel. Uma das ferramentas para isso é a aerodinâmica. O executivo também promete aceleração mais rápida, melhor performance em subidas e ainda autonomia de 805 quilômetros com apenas uma carga da bateria (algo que não deve muito aos 900 quilômetros que os modelos concorrentes movidos a combustível fóssil entregam).
Segundo a empresa, o modelo pode ganhar autonomia para rodar por 400 quilômetros em uma recarga de 30 minutos durante o abastecimento, por exemplo. A empresa aposta que a promessa de redução de custos de operação seja poderosa o bastante para atrair a atenção dos transportadores de carga.
Sem medo de parecer soberbo, Musk decretou na apresentação do Semi nada menos do que a proximidade do fim do uso de combustível fóssil no setor de caminhões. Segundo ele, rodar com veículos a diesel é “suicídio econômico”, garantindo que transportar carga com modelo da Tesla sairá mais barato do que fazê-lo de trem.
Além da Tesla, outra companhia dos Estados Unidos investe na eletrificação dos caminhões, a Nikola (nome que, ironicamente, complementa o da concorrente). A empresa já desenvolveu modelos híbridos e trabalha em uma solução com célula de hidrogênio em parceria com a Bosch. O caso mais concreto, no entanto, é brasileiro: o elétrico e-Delivery desenvolvido pela Volkswagen Caminhões e Ônibus, que já roda em testes na frota da Ambev e deve ser lançado comercialmente agora, em 2020.

Apple – Abastecimento planejando garante atendimento da demanda

Qualquer lançamento de cada novo modelo de iPhone causa um grande alvoroço para os apaixonados pela marca no mundo. Mas como empregar a excelência na logística de lançamento. Pois bem, a Apple elaborou a estratégia de entregar os aparelhos nas lojas em torno de dois dias antes do lançamento. Os lojistas são instruídos a manter 4% do estoque para cada SKU (sigla para Unidade de Manutenção de Estoque), garantindo que os clientes que comprem aparelhos que apresentem defeitos já tenham outra unidade imediata para troca. Os aparelhos comprados em pré-venda também são separados para evitar problemas de falta de estoque.

A Apple também utilizou, em algumas ações, o Reservation Pass, novo sistema digital que sincroniza a posição na fila de cada consumidor com as informações do estoque. As informações do sistema são enviadas por e-mail ou SMS. Dessa forma, os consumidores podem sair das filas e voltar em outro momento do dia para finalizar a compra.

Netflix – mesmo com sucesso do streaming, entrega de DVDs permanece e dando lucro

A ideia do consagrado modelo de distribuição de conteúdo via streaming, Netflix, surgiu quando seu CEO, Reed Hastings, teve que pagar uma multa de US$ 40 pelo atraso de um filme. Ele então teve a ideia de criar um serviço de aluguel de filmes em DVDs por meio dos correios. Se o cliente mantivesse em dia suas mensalidades, poderia ficar com três filmes por tempo indeterminado. Essa ideia simples eliminou as multas de atraso, bem como facilitou a vida do usuário. Ele não precisava assistir ao filme correndo para devolver na manhã seguinte.

O negócio começou aos poucos, mas cresceu e afetou radicalmente o segmento quando a empresa introduziu o tal sistema de streaming, no ano de 2007. A empresa derrubou a gigante Blockbuster e diversos estúdios de Hollywood se renderam aos serviços da locadora online, possibilitando a ampliação para outros mercados.

O que pouca gente sabe é que, apesar de contar com uma parcela bem menor da receita, o serviço de aluguel ainda existe e bateu a marca de 5 bilhões de DVDs enviados. Mesmo com um número de clientes bem menor do que os 151 milhões de pagantes da plataforma de streaming, o modelo de entregas de DVDs ainda gera um bom dinheiro para a empresa contratante. O negócio físico gerou US$ 46 milhões de lucro apenas no segundo trimestre do ano passado.

Faça como essas empresas e inove no seu setor. A Loggup te ajuda a tornar sua marca uma referência em implemento de tecnologia e presença no mercado.

A Loggup é a principal startup brasileira especialista em ajudar as transportadoras de cargas a venderem mais fretes através de estratégias digitais.

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